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  <updated>2026-05-07T21:19:20Z</updated>
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    <title>A relação entre a parentalidade e a ideação suicida na adolescência: Uma Revisão de Escopo</title>
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      <name>ROCHA, Maria Henriqueta Fortes Petribu Fraga</name>
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    <updated>2026-04-30T17:53:31Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A relação entre a parentalidade e a ideação suicida na adolescência: Uma Revisão de Escopo
Authors: ROCHA, Maria Henriqueta Fortes Petribu Fraga; BURLE, Renata Vieira de Melo; PIMENTEL, Roberta Peixoto; MELO, Camila Peixoto; CAMPELLO, Aline Angélica Pedrosa
Abstract: RESUMO Objetivo: Mapear a literatura científica sobre a parentalidade como fator relacionado a ideação suicida em adolescentes. Métodos: Trata-se de uma revisão de escopo, onde foi realizada uma busca nas bases de dados PubMed, ScienceDirect e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), por meio dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) referentes à “parentalidade”, ”adolescentes” e “ideação suicida”, com o operador booleano "AND" para realização de cruzamento entre os descritores. Os critérios de inclusão foram: artigos disponibilizados na íntegra, que apresentavam aderência à temática nos idiomas português e inglês, publicados nos últimos 5 (cinco) anos. Resultados: Foram incluídos 13 artigos que estavam alinhados com os critérios de inclusão e exclusão, abordando a relação entre a parentalidade e a ideação suicida na adolescência. Considerações finais: Pode-se concluir através do presente estudo que há uma importante relação entre a parentalidade e a ideação suicida em adolescentes. Portanto, aponta-se a escassez de literatura, em especial nacional, sobre o tema.&#xD;
Palavras-chave: Parentalidade, Adolescência, Ideação Suicida.
Description: Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Psicologia da Faculdade Pernambucana de Saúde.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Terapia de exposição à realidade virtual no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC): Revisão de Escopo</title>
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      <name>SILVA, Samily Suelen da</name>
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      <name>CARVALHO, Echilly Suellen Cunha de</name>
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    <updated>2026-04-30T16:57:57Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Terapia de exposição à realidade virtual no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC): Revisão de Escopo
Authors: SILVA, Samily Suelen da; CARVALHO, Echilly Suellen Cunha de; FERREIRA, Amanda Gabriela Souza; MATA, Maria Emanuele Oliveira da; SILVA, Ingrid Thayanne Souza Alves da; GOMES, Paulo Cesar dos Santos
Abstract: Resumo&#xD;
O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) tem como uma de suas características pensamentos repetitivos e comportamentos ritualísticos,&#xD;
gerando ansiedade e angústia. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) com exposição e prevenção de respostas (ERP) é o tratamento&#xD;
de primeira linha. A exposição e prevenção de respostas em realidade virtual (VERP) combina ERP com ambientes virtuais imersivos,&#xD;
permitindo que o paciente vivencie situações semelhantes ao mundo real. Este estudo analisa os efeitos da VERP no tratamento do TOC por&#xD;
meio de uma revisão de escopo. A revisão seguiu cinco etapas predefinidas. A estratégia PCC foi utilizada para guiar a pesquisa, resultando&#xD;
em 187 artigos iniciais. Após a triagem, 11 estudos foram incluídos. A realidade virtual (RV) induz respostas emocionais e fisiológicas&#xD;
relevantes, com potencial para reduzir os sintomas do TOC. A maioria dos estudos destaca a eficácia da VERP, ressaltando a importância&#xD;
dos contextos sociocultural e individual. A terapia apresenta boa aceitabilidade entre profissionais e pacientes, reforçando seu valor como&#xD;
alternativa promissora ao tratamento convencional. A terapia de exposição com realidade virtual se mostra eficaz na redução dos sintomas&#xD;
de TOC, com boa aceitabilidade. No entanto, são necessários mais estudos para consolidar evidências e compreender melhor as nuances&#xD;
do tratamento em diferentes contextos.&#xD;
Palavras-chave: transtorno obsessivo-compulsivo, terapia de exposição à realidade virtual, terapia cognitivo-comportamental.
Description: Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Psicologia da Faculdade Pernambucana de Saúde.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Percepção de saúde e satisfação com a vida após a gastroplastia</title>
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      <name>FERRAZ, Roberta De Lorenzi Steiger</name>
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      <name>VASCONCELOS, Mariana Augusto de</name>
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    <updated>2026-04-30T16:51:57Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Percepção de saúde e satisfação com a vida após a gastroplastia
Authors: FERRAZ, Roberta De Lorenzi Steiger; ARAÚJO, Helena de Sá Ferreira; VASCONCELOS, Mariana Augusto de; ARAÚJO, Luiza de Sá Ferreira; MELO, Mônica Cristina Batista de
Abstract: Resumo&#xD;
Este estudo analisou, por meio do autorrelato, a percepção da saúde e satisfação com a vida de pacientes após a realização de gastroplastia em um hospital público em Pernambuco, Brasil. Os dados foram coletados por meio de um protocolo de registro elaborado pelas autoras, considerando a rotina do serviço. Participaram 15 pacientes, sendo 14 mulheres (93,3%), com idades entre 33 e 65 anos (M = 46,6; DP = 9,1), ensino médio completo (66,7%), renda de até um salário mínimo (60%) e tempo médio de segmento de 35,6 meses (DP = 24,7). No pós-operatório, observou-se redução do IMC (46,2 ± 9,6 → 31,4 ± 7,1; p = 0,007), maior satisfação com a autoimagem, peso, alimentação, exercício e vida em geral, melhora na percepção de saúde e redução de comorbidades. Os resultados indicam benefícios físicos e psicológicos significativos após a gastroplastia, destacando sua relevância biopsicossocial e a importância do acompanhamento psicológico contínuo.&#xD;
Palavras-chave: Obesidade; Cirurgia bariátrica; Satisfação com a vida; Percepção de saúde; Psicologia da saúde
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    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Bem-estar subjetivo em idosos: associação entre níveis de ansiedade, depressão e estresse</title>
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      <name>SILVA, Ingrid Thayanne Souza Alves da</name>
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      <name>GOMES, Paulo Cesar dos Santos</name>
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    <updated>2026-02-23T15:34:30Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Bem-estar subjetivo em idosos: associação entre níveis de ansiedade, depressão e estresse
Authors: SILVA, Ingrid Thayanne Souza Alves da; GOMES, Paulo Cesar dos Santos
Abstract: Resumo&#xD;
Introdução: O envelhecimento no Brasil ocorre em um contexto marcado por desigualdades sociais, repercutindo na saúde mental da população idosa. Nesse cenário, o bem-estar subjetivo (BES) representa um importante indicador, por refletir a avaliação individual sobre satisfação e afetos positivos e negativos, compreendendo fatores que influenciam a qualidade de vida. Método: Estudo quantitativo, transversal, realizado entre 2023-2024. Foram avaliados 30 idosos, por questionário sociodemográfico e clínico, pela Escala de Bem-Estar Subjetivo (EBES) e pela Escala de Depressão, Ansiedade e Estresse (DASS-21). Os dados foram analisados por estatística descritiva. Resultados: A média etária foi de 67,1 anos, com predomínio de mulheres (56,7%), baixa escolaridade (66,7%) e aposentados (76,7%), com renda entre um e três salários mínimos (90,0%). 23,3% dos idosos possuem histórico familiar de trastornos, com uso de psicofármacos por 53,3%, entretanto 20,0% estavam em acompanhamento terapêutico. Menores escores de BES associaram-se a maiores níveis de ansiedade, depressão e estresse. Discussão: Os achados indicam que fatores socioeconômicos, clínicos e culturais interagem na determinação do bem-estar subjetivo. A baixa escolaridade e renda limitam a autonomia e ampliam a vulnerabilidade emocional, enquanto a discrepância entre o uso elevado de psicofármacos e a baixa adesão a acompanhamento psicoterápico sugere medicalização sem suporte.. A presença de histórico familiar aumenta o risco individual, mas a religiosidade indica fator protetivo. Considerações Finais: O bem-estar subjetivo na velhice é influenciado por condições sociais, econômicas, clínicas e culturais, demandando práticas que aliem tratamento farmacológico, suporte psicossocial e fortalecimento de redes comunitárias.&#xD;
Palavras-chave: Gerontologia, qualidade de vida, envelhecimento populacional, saúde mental, fatores psicossociais.
Description: Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Psicologia da Faculdade Pernambucana de Saúde.</summary>
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