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  <updated>2026-06-27T01:41:16Z</updated>
  <dc:date>2026-06-27T01:41:16Z</dc:date>
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    <title>Falar da morte à criança: uma análise crítica do livro Parler de la mort de Françoise Dolto</title>
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      <name>LELOUP, Wilma de Albuquerque</name>
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      <name>OLIVEIRA, Maria Angélica Bezerra de</name>
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      <name>VILLACORTA, João Augusto Machado</name>
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    <updated>2026-06-19T13:07:07Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Falar da morte à criança: uma análise crítica do livro Parler de la mort de Françoise Dolto
Authors: LELOUP, Wilma de Albuquerque; OLIVEIRA, Maria Angélica Bezerra de; VILLACORTA, João Augusto Machado
Abstract: RESUMO&#xD;
Falar da morte com crianças constitui um desafio recorrente nos contextos familiar, educacional e&#xD;
clínico, frequentemente atravessado por silêncios, evasivas e dificuldades dos adultos em lidar com&#xD;
a própria finitude. Nesse cenário, este estudo tem como objetivo analisar criticamente as&#xD;
contribuições de Françoise Dolto acerca da abordagem da morte na infância, especialmente no que&#xD;
se refere ao papel da linguagem e à inclusão da criança nos processos de elaboração da perda. Tratase&#xD;
de uma pesquisa qualitativa de natureza teórico-interpretativa, centrada na análise da obra Parler&#xD;
de la mort e articulada com produções científicas contemporâneas sobre luto infantil e comunicação&#xD;
da morte fundamentada em uma revisão narrativa e orientada por análise temática conforme&#xD;
proposta por Maria Cecília de Souza Minayo. O corpus foi constituído pela obra de referência&#xD;
analisada e por produções científicas selecionadas em bases de dados acadêmicas, além de textos&#xD;
fundamentais da psicanálise. A análise permitiu identificar eixos temáticos relacionados à&#xD;
compreensão infantil da morte, ao papel da linguagem, à mediação exercida pelos adultos e às&#xD;
implicações emocionais do silêncio. Os resultados indicam que, na perspectiva doltoniana, a morte&#xD;
não se apresenta como experiência diretamente simbolizável pelo sujeito, sendo elaborada a partir&#xD;
da relação com o outro, da linguagem e das mediações culturais que atravessam sua visão de&#xD;
mundo. Nesse contexto, a comunicação assume função estruturante na elaboração psíquica da&#xD;
perda, enquanto o silêncio tende a intensificar a angústia infantil. Conclui-se que a inclusão da&#xD;
criança no diálogo sobre a morte favorece a simbolização da experiência e contribui para o&#xD;
desenvolvimento emocional, ao passo que a articulação entre a teoria psicanalítica e a literatura&#xD;
contemporânea amplia a compreensão do fenômeno e evidencia a necessidade de abordagens mais&#xD;
sensíveis à experiência infantil do luto.&#xD;
Palavras-chave: Morte. Infância. Luto infantil. Psicanálise. Linguagem
Description: Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Psicologia da Faculdade Pernambucana de Saúde.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Luto e apego: a pluralidade e as travessias da morte no cotidiano</title>
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      <name>VICTOR, Beatriz Figueira</name>
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      <name>GERMANO, Eliane</name>
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    <updated>2026-06-18T18:33:59Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Luto e apego: a pluralidade e as travessias da morte no cotidiano
Authors: VICTOR, Beatriz Figueira; GERMANO, Eliane
Abstract: RESUMO OBJETIVOS: Analisar as intersecções entre a Teoria do Apego de John Bowlby e as múltiplas manifestações do luto no cotidiano. MÉTODOS: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura baseada em Whittemore e Knafl (2005). Utilizou-se o framework PEO (Problem-Exposure-Outcome) para responder à pergunta norteadora “Como a exposição aos padrões de apego e os contextos de perda pode explicar as manifestações do luto e fundamentar intervenções criativas com foco na resiliência emocional de pessoas enlutadas?”. RESULTADOS: a análise de dezessete produções científicas ressaltou que a qualidade dos vínculos de apego determina a qualidade da transição pelas fases do luto; lutos por mortes simbólicas geram impactos comparáveis à morte concreta, mas enfrentam invalidação social; a resiliência mostrou-se como um elemento crucial para a ressignificação das perdas e os sofrimentos delas advindos, prevenindo possíveis sintomas de luto complexo persistente. CONCLUSÃO: o reconhecimento da legitimidade das perdas, em toda a sua pluralidade, traz consigo a possibilidade de permitir ao indivíduo que elabore seus sofrimentos com dignidade e paciência com os processos vinculados ao luto. Palavras-chave: Luto; Morte; Apego; Amor; Teoria do apego.
Description: Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Corpo Docente do Departamento de Psicologia da Faculdade Pernambucana de Saúde, como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Psicóloga.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A Crise dos vinte e poucos anos: uma análise de conteúdo de narrativas digitais no Instagram</title>
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      <name>SOUTO MAIOR, Ana Júlia Dos Guimarães Peixoto</name>
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      <name>SOUZA, Ana Beatriz Sena Andrade de</name>
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      <name>RAUPP, Natália Neves</name>
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      <name>GARCIA, Melissa</name>
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    <updated>2026-06-18T18:30:02Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A Crise dos vinte e poucos anos: uma análise de conteúdo de narrativas digitais no Instagram
Authors: SOUTO MAIOR, Ana Júlia Dos Guimarães Peixoto; SOUZA, Ana Beatriz Sena Andrade de; RAUPP, Natália Neves; GARCIA, Melissa
Abstract: Objetivo: Analisar as representações sociais da crise dos vinte e poucos anos a partir de conteúdos&#xD;
publicados no Instagram, investigando os sentidos, narrativas e construções simbólicas associadas a&#xD;
essa etapa da vida. Métodos: Estudo qualitativo, exploratório e observacional, realizado em ambiente&#xD;
digital, com análise de vídeos públicos publicados no Instagram entre março e maio de 2025,&#xD;
coletados por busca sistemática utilizando as hashtags #crisedos20, #crisedos20epoucosanos e&#xD;
#crisedos20anos. Dos 27 vídeos identificados, 10 foram selecionados por amostragem intencional.&#xD;
Os vídeos foram transcritos com auxílio da ferramenta Transcribe, submetidos ao ChatGPT para&#xD;
identificação de temas recorrentes e ao Claude para análise temática, seguindo os pressupostos da&#xD;
análise de conteúdo de Bardin LD (2011). Resultados: Os conteúdos, produzidos exclusivamente por&#xD;
jovens, foram organizados em quatro categorias temáticas: sentimento de estagnação e comparação&#xD;
social, instabilidade identitária e ambivalência emocional, pressões normativas e expectativas sociais,&#xD;
e validação emocional e pertencimento coletivo. Nove dos dez vídeos apresentaram alguma forma de&#xD;
validação emocional, evidenciando o papel do Instagram na normalização coletiva do sofrimento.&#xD;
Conclusão: O Instagram configura-se como espaço privilegiado de produção e circulação de&#xD;
sentidos sobre a adultez emergente, evidenciando o papel das redes sociais na construção coletiva&#xD;
de identidades e pertencimento entre jovens. Como limitações, destacam-se o recorte temporal&#xD;
restrito, a análise exclusiva de vídeos e o corpus composto predominantemente por mulheres.&#xD;
Palavras-chave: Representações Sociais, Adultez Emergente, Crise dos Vinte e Poucos Anos,&#xD;
Identidade, Redes Sociais.
Description: Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Psicologia da Faculdade Pernambucana de Saúde.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ainda Estou Aqui: Repercussões psicológicas do desaparecimento e da perda ambígua nas relações familiares</title>
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      <name>ARAÚJO, Anna Rosa Machado de</name>
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      <name>SANTOS, Amanda Freitas dos</name>
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      <name>GARCIA, Melissa Neves</name>
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      <name>CAMPELLO, Aline Angélica Pedrosa</name>
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    <updated>2026-06-18T18:31:18Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Ainda Estou Aqui: Repercussões psicológicas do desaparecimento e da perda ambígua nas relações familiares
Authors: ARAÚJO, Anna Rosa Machado de; SANTOS, Amanda Freitas dos; GARCIA, Melissa Neves; CAMPELLO, Aline Angélica Pedrosa
Abstract: RESUMO -&#xD;
Objetivo: evidenciar as repercussões do desaparecimento no sistema familiar, a partir do filme Ainda Estou Aqui, buscando compreender como essa experiência afeta os vínculos e a organização familiar, com base na teoria da perda ambígua de Pauline Boss e dos preceitos da teoria sistêmica familiar. Métodos: Trata-se de um estudo qualitativo que utiliza o filme Ainda Estou Aqui como material de análise, a partir da seleção e interpretação de cenas significativas. A leitura dessas cenas foi orientada pela teoria da perda ambígua, permitindo a articulação entre os elementos narrativos e os conceitos teóricos. Como suporte, foram consultadas produções científicas em bases como SciELO e PubMed, priorizando estudos recentes sobre desaparecimento, família e sofrimento psíquico. Resultados: A análise evidenciou que a ausência sem confirmação de morte produz uma condição de ambiguidade que atravessa o funcionamento familiar, mantendo o sujeito simultaneamente presente e ausente. Observou-se a persistência do vínculo com o desaparecido, a redistribuição de funções entre os membros da família e a presença de emoções contraditórias, como esperança e desesperança. Considerações finais: O desaparecimento mostrou-se uma experiência que desorganiza o sistema familiar de forma prolongada. Como limitação, destaca-se o caráter interpretativo da análise realizada.&#xD;
Palavras-chave: Desaparecimento, Dinâmica familiar, Perda ambígua, Invisibilidade institucional.
Description: Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Psicologia da Faculdade Pernambucana de Saúde.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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