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dc.contributor.authorARAÚJO, Bárbara Letícia e Silva-
dc.contributor.authorARAÚJO, Camila Fonseca Leal de-
dc.contributor.authorSOUSA, Jean Davison da Silva-
dc.contributor.authorGUERRA, Juliana de Farias Pessoa-
dc.contributor.authorNEPOMUCENO, Mariana Maciel-
dc.contributor.authorPEREIRA, Marianna Alves-
dc.contributor.authorLUCENA, Rodrigo Gonçalves de-
dc.date.accessioned2025-11-25T12:46:33Z-
dc.date.available2025-11-25T12:46:33Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttp://tcc.fps.edu.br:80/jspui/handle/fpsrepo/2130-
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Medicina da Faculdade Pernambucana de Saúde.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO Objetivo: analisar o conhecimento de estudantes de Medicina do 1º e 6º ano sobre a suspeita e condução de casos de violência infantojuvenil, incluindo reconhecimento de sinais clínicos, condutas de notificação e encaminhamento. Métodos: estudo observacional, analítico e transversal, com 133 estudantes de Medicina (58 do 1º e 75 do 6º ano). A coleta ocorreu por formulário autoaplicável, com variáveis sociodemográficas/acadêmicas e 18 questões em escala Likert, distribuídas em quatro domínios: reconhecimento de sinais, conduta/notificação, responsabilidade legal e confiança/preparo. A análise foi realizada no Stata por estatística descritiva e teste de Mann-Whitney U (p < 0,05). Estudo aprovado pelo Comitê de Ética da instituição. Resultados: No primeiro ano, observado ausência de experiência em pediatria/contato com violência infantil. Já no sexto ano, todos estudantes práticaram pediatria (100%) e 86.5% relataram contato com violência. Os alunos do 6º ano apresentaram desempenho significativamente superior em conduta e notificação, reconhecimento de sinais e confiança/preparo pessoal. Não houve diferença no reconhecimento de sinais dermatológicos, cautela/confidencialidade, notificação e necessidade de maior abordagem do tema. Conclusão: Progressão curricular favorece maior conhecimento, segurança e confiança no manejo da violência infantojuvenil, mas lacunas nos anos iniciais reforçam a necessidade de inserir o tema de forma precoce e transversal. Palavras-chave: Educação Médica; Conhecimento; Pediatria; Violência Infantil.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectEducação médicapt_BR
dc.subjectConhecimentopt_BR
dc.subjectPediatriapt_BR
dc.subjectViolência Infantilpt_BR
dc.titleEstudo transversal do conhecimento de estudantes de medicina do primeiro e sexto ano sobre violência infanto-juvenilpt_BR
dc.title.alternativeCross-sectional study of knowledge of first- and sixth-year medical students on child and adolescent violencept_BR
dc.typeOtherpt_BR
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