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dc.contributor.authorVICTOR, Renata Cardoso de Farias-
dc.contributor.authorSOUZA, Ariani Impieri-
dc.contributor.authorOLIVEIRA, Matheus Brandt de Mello Costa-
dc.date.accessioned2026-03-25T13:37:41Z-
dc.date.available2026-03-25T13:37:41Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttp://tcc.fps.edu.br:80/jspui/handle/fpsrepo/2186-
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Medicina da Faculdade Pernambucana de Saúde.pt_BR
dc.description.abstractResumo: Introdução: o transtorno conversivo, ou atualmente, transtorno de sintomas neurológicos funcionais, é uma condição psiquiátrica caracterizada pela presença de sintomas motores ou sensoriais incompatíveis com outras condições médicas conhecidas e que também podem acometer pacientes pediátricos. Representa uma dificuldade diagnóstica frequente, exigindo uma abordagem cuidadosa que envolva exclusão de causas neurológicas e orgânicas com foco no apoio familiar e acompanhamento médico contínuo. Descrição do Caso: este relato tem por objetivo descrever um caso de transtorno conversivo com apresentação otológica atípica em criança de 10 anos, natural e residente e Recife-PE. O relato foi enviado para o comitê de ética da Instituição e será solicitado assinatura dos termos de concordância do paciente e sua responsável antes de ser enviado para publicação. A criança com síndrome nefrótica córtico dependente, foi atendida com queixa otalgia, de carácter intermitente, sem melhora, já tendo feito uso de antibiótico. Foi internado para avaliação na enfermaria, onde foi feita avaliação pelo otorrinolaringologista com investigação radiológica com cintilografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética, todos sem alterações. Devido a importante dissociação clinico-radiológica, foi levantada hipótese de neuralgia do trigêmeo e iniciado tratamento, sem melhora da queixa de dor. Após outras tentativas de controle álgico frustradas, a avaliação pela neurologia pediátrica, concluiu provável componente psicossomático da dor, confirmado pelo próprio paciente, quando admitiu ter simulado quadro álgico. Teve acompanhamento com psicologia e psiquiatria, que foi orientado seguimento psicológico. Conclusão: o presente relato chama atenção para a importância de considerar causas psicossomáticas diante de sintomas persistentes sem correlação com exames complementares, especialmente em pacientes pediátricos com vulnerabilidade emocional, evitando exames de alto custo e desnecessários, uso inadequado de medicamentos, sofrimento e internações prolongadas. Palavras- Chave: Transtorno conversivo; Psicossomático; Otalgia; Dor facial; Transtorno de ansiedade; Síndrome nefrótica.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectTranstorno conversivopt_BR
dc.subjectPsicossomáticopt_BR
dc.subjectOtalgiapt_BR
dc.subjectDor facialpt_BR
dc.subjectTranstorno de ansiedadept_BR
dc.subjectSíndrome nefróticapt_BR
dc.titleDor facial psicossomática em paciente pediátrico imunodeprimido internado em hospital de serviço terciário: relato de casopt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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