Please use this identifier to cite or link to this item: http://tcc.fps.edu.br:80/jspui/handle/fpsrepo/2180
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.authorSILVA, Ingrid Thayanne Souza Alves da-
dc.contributor.authorGOMES, Paulo Cesar dos Santos-
dc.date.accessioned2026-02-23T15:34:29Z-
dc.date.available2026-02-23T15:34:29Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttp://tcc.fps.edu.br:80/jspui/handle/fpsrepo/2180-
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Psicologia da Faculdade Pernambucana de Saúde.pt_BR
dc.description.abstractResumo Introdução: O envelhecimento no Brasil ocorre em um contexto marcado por desigualdades sociais, repercutindo na saúde mental da população idosa. Nesse cenário, o bem-estar subjetivo (BES) representa um importante indicador, por refletir a avaliação individual sobre satisfação e afetos positivos e negativos, compreendendo fatores que influenciam a qualidade de vida. Método: Estudo quantitativo, transversal, realizado entre 2023-2024. Foram avaliados 30 idosos, por questionário sociodemográfico e clínico, pela Escala de Bem-Estar Subjetivo (EBES) e pela Escala de Depressão, Ansiedade e Estresse (DASS-21). Os dados foram analisados por estatística descritiva. Resultados: A média etária foi de 67,1 anos, com predomínio de mulheres (56,7%), baixa escolaridade (66,7%) e aposentados (76,7%), com renda entre um e três salários mínimos (90,0%). 23,3% dos idosos possuem histórico familiar de trastornos, com uso de psicofármacos por 53,3%, entretanto 20,0% estavam em acompanhamento terapêutico. Menores escores de BES associaram-se a maiores níveis de ansiedade, depressão e estresse. Discussão: Os achados indicam que fatores socioeconômicos, clínicos e culturais interagem na determinação do bem-estar subjetivo. A baixa escolaridade e renda limitam a autonomia e ampliam a vulnerabilidade emocional, enquanto a discrepância entre o uso elevado de psicofármacos e a baixa adesão a acompanhamento psicoterápico sugere medicalização sem suporte.. A presença de histórico familiar aumenta o risco individual, mas a religiosidade indica fator protetivo. Considerações Finais: O bem-estar subjetivo na velhice é influenciado por condições sociais, econômicas, clínicas e culturais, demandando práticas que aliem tratamento farmacológico, suporte psicossocial e fortalecimento de redes comunitárias. Palavras-chave: Gerontologia, qualidade de vida, envelhecimento populacional, saúde mental, fatores psicossociais.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectGerontologiapt_BR
dc.subjectQualidade de vidapt_BR
dc.subjectEnvelhecimento populacionalpt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subjectFatores psicossociaispt_BR
dc.titleBem-estar subjetivo em idosos: associação entre níveis de ansiedade, depressão e estressept_BR
dc.title.alternativeSubjective well-being in the elderly: association between levels of anxiety, depression and stresspt_BR
dc.title.alternativeBienestar subjetivo en personas mayores: asociación entre niveles de ansiedad, depresión y estréspt_BR
dc.typeOtherpt_BR
Appears in Collections:Psicologia

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Artigo - Ingrid Thayanne.docx.pdf421.11 kBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.