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dc.contributor.authorSENA, Myrella Maria de-
dc.contributor.authorKOMMERS, Júlia Nunes Kommers-
dc.contributor.authorNÓBREGA, Liara Vitória Freitas-
dc.contributor.authorSILVA, Vitória Caroline Santana Chaves da-
dc.contributor.authorGOMES, Alefe Pedro da Silva-
dc.contributor.authorSILVA, Patrícia Soares da-
dc.contributor.authorSILVA, Suzana Lins da-
dc.date.accessioned2026-05-22T12:07:28Z-
dc.date.available2026-05-22T12:07:28Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttp://localhost/jspui/handle/fpsrepo/2205-
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Enfermagem da Faculdade Pernambucana de Saúde.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO Objetivo: analisar os fatores associados à adesão à dieta cetogênica no tratamento da epilepsia farmacorresistente e desenvolver um material educativo direcionado aos familiares. Método: a primeira etapa consistiu em revisão integrativa da literatura, realizada nas bases PubMed, SciELO, LILACS e BVS, com artigos publicados nos últimos 10 anos (2014 a 2024), resultando inicialmente em 167 artigos. Após aplicação dos critérios de elegibilidade, exclusão de duplicatas na plataforma Rayyan, triagem por título, resumo e leitura na íntegra, compuseram a amostra final 12 estudos. A análise dos dados foi apresentada de forma descritiva. O estudo teve como segunda fase o desenvolvimento de panfleto educativo para familiares e cuidadores com orientações baseadas nas evidências científicas sobre a adesão à dieta cetogênica. Resultados: Observou-se que a maioria dos artigos selecionados foi publicada a partir de 2020, com destaque para estudos italianos e um brasileiro. Os fatores associados à adesão foram organizados em três categorias principais: aspectos inerentes à própria DC (como restrições alimentares e efeitos adversos), aos pacientes e cuidadores (como compreensão do tratamento, motivação e apoio social), e aos profissionais de saúde (como acompanhamento multiprofissional e orientação adequada). As taxas de adesão variaram entre os estudos, oscilando entre 33,3% e 100% em crianças (média de 64,5%), 71,4% em adultos, e 53% em adolescentes. Foi identificado um padrão de queda progressiva da adesão ao longo do tempo, com 79,7% nos primeiros seis meses, 66,7% após um ano, 46,5% após dois anos e 37,7% após três anos de tratamento. Conclusão: A adesão à DC no tratamento da epilepsia farmacorresistente é multifatorial e influenciada por variáveis individuais, familiares e estruturais. A ausência de métodos padronizados para mensuração da adesão contribui para a heterogeneidade dos achados. Palavras-chave: Dieta cetogênica. Enfermagem. Epilepsia. Adesão ao tratamento. Educação em enfermagem.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectDieta cetogênicapt_BR
dc.subjectEnfermagempt_BR
dc.subjectEpilepsiapt_BR
dc.subjectAdesão ao tratamentopt_BR
dc.subjectEducação em enfermagempt_BR
dc.titleAdesão à dieta cetogênica no tratamento da epilepsia farmacorresistente: fatores associados e proposta de material educativopt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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Adesão à Dieta Cetogênica - REVISÃO_INTEGRATIVA- PIBIC corrigido.docx.pdf1.03 MBAdobe PDFView/Open


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