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dc.contributor.authorLELOUP, Wilma de Albuquerque-
dc.contributor.authorOLIVEIRA, Maria Angélica Bezerra de-
dc.contributor.authorVILLACORTA, João Augusto Machado-
dc.date.accessioned2026-06-19T13:07:07Z-
dc.date.available2026-06-19T13:07:07Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.urihttp://tcc.fps.edu.br/handle/fpsrepo/2237-
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Psicologia da Faculdade Pernambucana de Saúde.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO Falar da morte com crianças constitui um desafio recorrente nos contextos familiar, educacional e clínico, frequentemente atravessado por silêncios, evasivas e dificuldades dos adultos em lidar com a própria finitude. Nesse cenário, este estudo tem como objetivo analisar criticamente as contribuições de Françoise Dolto acerca da abordagem da morte na infância, especialmente no que se refere ao papel da linguagem e à inclusão da criança nos processos de elaboração da perda. Tratase de uma pesquisa qualitativa de natureza teórico-interpretativa, centrada na análise da obra Parler de la mort e articulada com produções científicas contemporâneas sobre luto infantil e comunicação da morte fundamentada em uma revisão narrativa e orientada por análise temática conforme proposta por Maria Cecília de Souza Minayo. O corpus foi constituído pela obra de referência analisada e por produções científicas selecionadas em bases de dados acadêmicas, além de textos fundamentais da psicanálise. A análise permitiu identificar eixos temáticos relacionados à compreensão infantil da morte, ao papel da linguagem, à mediação exercida pelos adultos e às implicações emocionais do silêncio. Os resultados indicam que, na perspectiva doltoniana, a morte não se apresenta como experiência diretamente simbolizável pelo sujeito, sendo elaborada a partir da relação com o outro, da linguagem e das mediações culturais que atravessam sua visão de mundo. Nesse contexto, a comunicação assume função estruturante na elaboração psíquica da perda, enquanto o silêncio tende a intensificar a angústia infantil. Conclui-se que a inclusão da criança no diálogo sobre a morte favorece a simbolização da experiência e contribui para o desenvolvimento emocional, ao passo que a articulação entre a teoria psicanalítica e a literatura contemporânea amplia a compreensão do fenômeno e evidencia a necessidade de abordagens mais sensíveis à experiência infantil do luto. Palavras-chave: Morte. Infância. Luto infantil. Psicanálise. Linguagempt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectMortept_BR
dc.subjectInfânciapt_BR
dc.subjectLuto infantilpt_BR
dc.subjectPsicanálisept_BR
dc.subjectLinguagempt_BR
dc.titleFalar da morte à criança: uma análise crítica do livro Parler de la mort de Françoise Doltopt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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