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dc.contributor.authorSANTOS, Isabela Beatriz dos-
dc.contributor.authorALMEIDA, Ian Gabriel-
dc.contributor.authorBRITO, Natália da Costa-
dc.contributor.authorGERMANO-SOARES, Antonio Henrique-
dc.date.accessioned2026-08-21T18:11:32Z-
dc.date.available2026-08-21T18:11:32Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.urihttp://tcc.fps.edu.br/handle/fpsrepo/2249-
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso apresentado à Faculdade Pernambucana de Saúde como parte dos requisitos necessários para a obtenção do Grau de Bacharel em Educação Física.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO Introdução: A polifarmácia, definida como o uso de cinco ou mais medicações, é uma condição prevalente em idosos com doenças crônicas e pode estar associada a menores níveis de atividade física. Contudo, a maior parte dos estudos utiliza medidas autorrelatadas. Objetivo: Analisar a associação entre polifarmácia e níveis de atividade física, mensurados objetivamente por acelerômetro, em idosos com doenças crônicas. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, que incluiu idosos de ambos os sexos, com doenças crônicas. A polifarmácia foi definida como o uso regular de ≥5 medicamentos nos últimos 3 meses. A atividade física foi medida por acelerômetro triaxial (Actigraph wGT3X+), sendo analisado o tempo médio diário em atividade física moderada a vigorosa (AFMV). Modelos de regressão linear simples e múltipla testaram a associação entre polifarmácia e AFMV, ajustando por sexo, idade e índice de massa corporal (IMC). O nível de significância foi p < 0,05. Resultados: Participaram 269 idosos (idade média: 69 ± 7 anos; IMC médio: 28,6 ± 5,0). A prevalência de polifarmácia foi de 25,4% e indivíduos com polifarmácia apresentaram menor tempo em AFMV em comparação aos sem polifarmácia (8,7±9,4 vs. 15,4±15,6 min/dia; p<0,05). Essa associação permaneceu estatisticamente significativa mesmo após ajustes pelas covariáveis (B = −5,4 min/dia; IC95%: −9,3 a −1,6 min/dia; p = 0,005). Conclusão: A presença de polifarmácia foi associada a menores níveis de AFMV em idosos com doenças crônicas. Esses achados reforçam a necessidade de considerar a polifarmácia na avaliação da capacidade funcional e na promoção da atividade física em idosos. Palavras-chave: Polifarmácia; Atividade Física; Envelhecimento; Doença crônicapt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectPolifarmáciapt_BR
dc.subjectAtividade Físicapt_BR
dc.subjectEnvelhecimentopt_BR
dc.subjectDoença crônicapt_BR
dc.titleAssociação entre polifarmácia e nível de atividade física medido objetivamente em idosos com doenças crônicas: um estudo transversalpt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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