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dc.contributor.authorMONTEIRO, Izabella Melhorança Leão-
dc.date.accessioned2020-02-04T19:35:01Z-
dc.date.available2020-02-04T19:35:01Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.urihttp://tcc.fps.local:80/handle/fpsrepo/642-
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso na Faculdade Pernambucana de Saúde como requisito básico para a conclusão do Curso de Psicologia. Orientador: Professor Renato Marinpt_BR
dc.description.abstractNa modernidade continuamos a ver a exigência de um amor materno inato na mulher, no sentido que a sociedade exige que toda mulher se realize na maternidade. Apesar de não se falar mais nos meios acadêmicos que as atitudes maternas são provindas do instinto, ou seja, são inatas, no imaginário popular conserva-se a idéia de que o amor materno na mulher é instintivo. Trabalhando nessa temática, o livro “Um amor conquistado; O mito do amor materno” fala exatamente da construção desse ideal de amor materno e é usado como uma parte fundamental neste trabalho. No filme Persona de Ingmar Bergman, Elizabeth e Alma vivem sentimentos paradoxais a cerca da maternidade e da identidade “mulher”. Este trabalho pretende fazer um estudo psicanalítico do script fílmico, modalidade descrita por Metz em 1975, para falar do mito do amor materno, a luz da teoria psicanalítica, perpassando pela história do feminismo até o nascimento da teoria Queer.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectBergmanpt_BR
dc.subjectFeminismopt_BR
dc.subjectMaternidadept_BR
dc.subjectPersonapt_BR
dc.subjectPsicanálisept_BR
dc.titleReflexões sobre a maternidade a partir do filme Personapt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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