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dc.contributor.authorPEREIRA, Ana Luiza Pires-
dc.contributor.authorOLIVEIRA, Otávia Ruanna Cordeiro de-
dc.contributor.authorCAVALCANTE, Sabrina Ferreira-
dc.contributor.authorCOSTA, Juliana Monteiro-
dc.contributor.authorRANGEL, Artur Eduardo de Oliveira-
dc.date.accessioned2021-12-20T15:47:25Z-
dc.date.available2021-12-20T15:47:25Z-
dc.date.issued2021-
dc.identifier.urihttp://tcc.fps.edu.br:80/jspui/handle/fpsrepo/1168-
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Medicina da Faculdade Pernambucana de Saúde.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO Introdução: A sigla LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) busca abranger a diversidade cultural das identidades sexuais e de gênero. Na assistência a essa população, os profissionais de saúde encontram desafios. Em virtude disso, a Portaria nº 2.836 instituiu a Política Nacional de Saúde Integral LGBT, que objetiva promover a saúde integral das minorias sexuais e de gênero, contribuindo para consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). Objetivo: Compreender as vivências dos profissionais de saúde acerca do atendimento às minorias sexuais e de gênero. Método: Estudo de natureza qualitativa realizado com profissionais de saúde que já atenderam a população LGBT. O período do estudo aconteceu entre os meses de janeiro de 2020 e agosto de 2021. Como instrumento de coleta de dados, utilizou-se o Grupo Focal (GF) e um questionário contendo dados sociodemográficos e acadêmicos dos participantes. Para a análise de dados, adotou-se a técnica de Análise de Conteúdo Temático proposta por Minayo. Resultados: Participaram doze profissionais de saúde de diversas especialidades, sendo nove do gênero feminino. A idade variou entre 30 e 53 anos. Quanto ao estado civil, a maior parte é casada. Em relação ao tempo de atuação na área, a média foi de 11,7 anos. No que se refere à análise de dados, emergiram quatro categorias: conhecimento dos profissionais acerca das minorias sexuais e de gênero; sentimentos vivenciados no atendimento à população LGBT; potencialidades e fragilidades na abordagem a esta população; e benefícios pessoais e profissionais adquiridos nas suas práticas junto a esse público. Conclusão: O estudo sinaliza que os profissionais de saúde ainda possuem um despreparo teórico e técnico no manejo das minorias sexuais e de gênero. A empatia, a humanização, a desconstrução de padrões estabelecidos e a educação em saúde foram relatadas como potencialidades no trabalho com essa população, enquanto o preconceito e o desconhecimento refletem entraves em suas práticas. Apenas um dos participantes mencionou ter tido contato com esse público durante a graduação. Por isso, ressalta-se a importância da educação em saúde e da inclusão dessa temática nas grades curriculares das escolas e universidades. Palavras-chave (DeCS): Minorias sexuais e de gênero. Assistência à Saúde. Educação em Saúde. Saúde pública.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectMinorias sexuais e de gêneropt_BR
dc.subjectAssistência à saúdept_BR
dc.subjectEducação em saúdept_BR
dc.subjectSaúde públicapt_BR
dc.titleVivência de profissionais de saúde no atendimento às minorias sexuais e de gêneropt_BR
dc.title.alternativeHealth professionals’ experiences in attending sexual and gender minoritiespt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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