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Título: Conhecimento, teoria e prática dos profissionais de enfermagem frente às reações transfusionais nas unidades de terapia intensiva de um hospital escola da cidade do Recife
Autor(es): SAMPAIO, Amanda Assunção Bezerra
ALMEIDA, Daniella Rodrigues de
BARBOSA, Maria Luiza de Souza Miranda
VALENTIM, Eliana
BIONE, Adriana
Palavras-chave: Enfermagem
Conhecimento
Transfusão de sangue
Data do documento: 2012
Resumo: RESUMO As inovações tecnológicas do século XX trazem consigo novas conquistas no vasto campo da pesquisa na área de saúde. Atualmente, a Medicina Transfusional é considerada um dos ramos mais recentes dentro da ciência laboratorial, cuja evolução em seu uso e sua aplicabilidade se deu em um período de aproximadamente 80 anos.1,2,3. A função que a enfermagem exercia em hemoterapia se mostrava de pouca relevância, porém, com os recentes avanços de suas técnicas e o aprimoramento destas, como também, as diversas infecções ocasionadas devido as contaminações sanguíneas como: hepatite B e o vírus do HIV dentre outros, levaram a mudança nas práticas assistenciais na hemotransfusão. Este é um estudo descritivo com característica quantitativa que tem por objetivo determinar o nível de conhecimento teórico e prático dos profissionais de enfermagem quanto às reações transfusionais nas unidades de terapia intensiva de um hospital escola do Recife. Foi realizada uma pesquisa de campo exploratória com profissionais de enfermagem sendo eles 24 enfermeiros e 87 técnicos de enfermagem atuantes nas UTIs (Neo-Natal, Pediátrica, Obstétrica e Cirúrgica Adulto) em um hospital – escola de grande porte da cidade do Recife. As principais dificuldades relatadas pelos profissionais atuantes na Unidade de Terapia Intensiva foram: 26,9% afirmaram ter dificuldades em detectar as reações transfusionais imediata e tardia no paciente, 19,2% não sabem as conduta de enfermagem em caso de reação transfusional, 62,7% afirmam ser o enfermeiro quem notifica as reações e 27,9% dizem ser o técnico de enfermagem. Esse índice mostra o desconhecimento dos pesquisados em reconhecer quem notifica as reações, 53,8% não conhecem o formulário de notificação, 62,9% afirmam não terem recebido nenhum tipo de orientação ou treinamento sobre reações transfusionais e sente a necessidade de uma educação continuada. Os centros de hemoterapia vêm crescendo e recebendo grandes investimentos em tecnologia, treinamento e programa de qualidade, porém a formação e o treinamento em serviços dos profissionais se responsabilizam pelas transfusões nem sempre deixada em segundo plano. Acreditamos na importância de mudar este quadro, e que se tenha um maior investimento destes profissionais entre outras medidas para mudar esta situação. Palavras-chaves: Enfermagem, Conhecimento, Transfusão de sangue.
Descrição: Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Enfermagem da Faculdade Pernambucana de Saúde
URI: http://tcc.fps.edu.br:80/jspui/handle/fpsrepo/1329
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