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dc.contributor.authorFREITAS, João Lucas de Brito-
dc.contributor.authorARAÚJO, Miguel de Macedo-
dc.contributor.authorALMEIDA, Wendler Fillipe Rocha-
dc.contributor.authorLIMA, Kledoaldo Oliveira de-
dc.date.accessioned2026-05-19T13:23:06Z-
dc.date.available2026-05-19T13:23:06Z-
dc.date.issued2024-
dc.identifier.urihttp://localhost/jspui/handle/fpsrepo/2198-
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Medicina da Faculdade Pernambucana de Saúde.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO Introdução: O enfrentamento à epidemia de HIV no Brasil foi revolucionado pelo desenvolvimento e aprimoramento da Terapia Antirretroviral (TARV), que atualmente possui esquemas adaptados para evitar, inclusive, a transmissão vertical do vírus. No entanto, o surgimento das mutações de resistência do HIV-1 configurou um novo obstáculo para o sucesso da TARV no país. No Maranhão, bem como em outros estados do Nordeste, crianças e adolescentes em falha virológica apresentam alta frequência de mutações de resistência aos fármacos da TARV. Esse cenário, somado à defasagem de estudos que trazem dados clínicos e perfis de resistência do HIV-1 em crianças e adolescentes, interfere na vigilância epidemiológica da epidemia. Objetivos: Avaliar características clínicas de crianças e adolescentes em falha virológica no estado do Maranhão, os subtipos de HIV-1 presentes e suas características de resistência antirretroviral. Métodos: Trata-se de um estudo transversal analítico, o qual incluiu registros médicos do Laboratório Central de Saúde Pública do Maranhão (LACEN-MA) e Secretaria de Atendimento Especializado em Sáude do Maranhão (SAES-MA) de 118 crianças e adolescentes vivendo com HIV-1, em que houve falha virológica em tratamento antirretroviral. Os dados coletados correspondem ao período de 2008 a 2023. Resultados: A mediana da idade dos indivíduos foi 4 anos, com 55,08% sendo do sexo masculino. 79,66% dos indivíduos eram do subtipo B, 9,32% do recombinante BF, 7,63% do F e 3,39% do C. 41,52% dos indivíduos tinham resistência antirretroviral aos ITRNN, 31,35% aos ITRN e 0% aos IP. Conclusões: As mutações de resistência fornecem risco de falha virológica em indivíduos em uso de TARV, e têm sido registradas com alta frequência no estado do Maranhão. Portanto, a realização de estudos sobre mutações de resistência antirretroviral é uma contribuição fundamental para o manejo da epidemia de HIV-1 no Brasil. Palavras-chave: HIV-1; terapia antirretroviral; transmissão vertical; farmacorresistência viral.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectHIV-1pt_BR
dc.subjectTerapia antirretroviral;pt_BR
dc.subjectTransmissão vertical;pt_BR
dc.subjectFarmacorresistência viralpt_BR
dc.titleAvaliação das características clínicas e resistência aos antirretrovirais em crianças e adolescentes diagnosticados com a infecção pelo HIV-1 e falha virológica, no estado do Maranhão, Brasilpt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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