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dc.contributor.authorCAVALCANTI, Aline Porto Pontes Cordeiro-
dc.contributor.authorOLIVEIRA, Addonai Teixeira de-
dc.contributor.authorOLIVEIRA, Giovanna Arcoverde-
dc.contributor.authorFALBO, Ana Rodrigues-
dc.contributor.authorPADILHA, Fabrícia Michelline Queiroz de Holanda-
dc.date.accessioned2026-06-19T12:27:04Z-
dc.date.available2026-06-19T12:27:04Z-
dc.date.issued2024-
dc.identifier.urihttp://tcc.fps.edu.br/handle/fpsrepo/2235-
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Medicina da Faculdade Pernambucana de Saúde.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO Introdução: no curso de medicina, os estudantes são expostos a várias fontes de tensão, acrescentando-se à vivência de uma metodologia ativa de aprendizagem nova para a maior parte deles, configurando-se, portanto, em um cenário ainda mais propício ao estresse. Objetivo: verificar frequência de estresse no estudante de medicina no contexto de aprendizagem baseada em problemas. Métodos: estudo transversal na Faculdade Pernambucana de Saúde, entre setembro de 2023 a setembro de 2024. Utilizado o Inventário de Estresse na Educação Superior composto por 15 itens agrupados em cinco fatores: Fator 1- Insatisfação com a carreira; Fator 2 – Deficiência da instituição; Fator 3 – Carga de trabalho excessiva; Fator 4 – Problemas financeiros e Fator 5 – Ambiente de aprendizagem tóxico. A análise do Inventário foi feita pelas médias aritméticas do conjunto de itens, compondo o escore médio geral (EMG). A análise dos itens de cada fator compôs o escore médio por fator (EMF). Atribuiu-se o grau de estresse: ausência de estresse (EMG ≤ 3,0); estresse moderado (EMG > 3,0 a < 4,0); e estresse intenso (EMG = 4,0). Aspectos éticos: o projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética da Faculdade Pernambucana de Saúde. Resultados: o escore médio geral do instrumento apontou para ausência de estresse (EMG = 2,19 - 100,0% ≤ 3,0 ). A análise dos escores médios por fator também não apontou a presença de estresse: Fator 1– Insatisfação com a carreira (EMF1 = 1,29 – 100,0% ≤ 3,0); Fator 2 - Deficiência da instituição (EMF2 = 1,85 – 97,4% ≤ 3,0); Fator 3 - Carga de trabalho excessiva (EMF3 = 2,77 – 70,4% ≤ 3,0 - 21,8% > 3,0 e < 4,0); Fator 4 – Problemas financeiros (EMF4 = 2,28 – 82,6% ≤ 3,0) e Fator 5 - Ambiente de aprendizagem tóxico (EMF5 = 2,72 – 69,6% ≤ 3,0 - 30,4% > 3,0 e < 4,0). Conclusões: foi observado ausência de estresse, sobretudo, em relação à satisfação com a carreira e a instituição de ensino. Identificou-se estresse moderado nos itens carga de trabalho excessiva e ambiente de aprendizagem tóxico, levando-se a necessidade de implementação de estratégias para redução de estresse nesses aspectos. Palavras-chave (DeCS): Estresse psicológico; Saúde mental; Aprendizagem baseada em problemas; Graduação; Medicina.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectEstresse psicológicopt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subjectAprendizagem baseada em problemaspt_BR
dc.subjectGraduaçãopt_BR
dc.subjectMedicinapt_BR
dc.titleEstresse em estudantes de medicina no contexto da aprendizagem baseada em problemaspt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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