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dc.contributor.authorMELO, Iris Elayne Cosmo de-
dc.contributor.authorSILVA, Emanuely Lima da-
dc.contributor.authorCRUZ, Carla Adriana da-
dc.contributor.authorMIRANDA, Pedro Henrique Goes de-
dc.contributor.authorSILVA JÚNIOR, Maurício José da-
dc.date.accessioned2026-06-29T12:00:47Z-
dc.date.available2026-06-29T12:00:47Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.urihttp://tcc.fps.edu.br/handle/fpsrepo/2240-
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Fisioterapia da Faculdade Pernambucana de Saúde.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO Introdução: A internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) está associada a importante declínio funcional decorrente da imobilidade prolongada, ventilação mecânica e gravidade clínica. Nesse contexto, a mobilização precoce tem sido amplamente recomendada por contribuir para a preservação da capacidade funcional e para melhores desfechos clínicos. O ortostatismo representa uma etapa intermediária fundamental da progressão da mobilidade, porém ainda são escassas as evidências sobre sua relação com a capacidade funcional de deambulação na alta da UTI. Objetivos: Relacionar o tempo de primeiro ortostatismo com a capacidade funcional na alta da unidade de terapia intensiva. Métodos: Estudo de coorte retrospectivo realizado nas UTIs clínicas e cirúrgicas do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP). Foram analisados dados de pacientes internados entre janeiro de 2024 e junho de 2025. As variáveis estudadas incluíram sexo, idade, perfil clínico ou cirúrgico, tempo para realização do primeiro ortostatismo e capacidade funcional na alta, avaliada pela ICU Mobility Scale (IMS). Considerou-se deambulação funcional IMS ≥ 8. A associação entre as variáveis foi analisada por meio do coeficiente de correlação de Spearman, com nível de significância de 5%. Resultados: Foram incluídos 4.120 pacientes, a amostra apresentou predominância do sexo feminino (60,2%) e perfil cirúrgico (56,8%). A taxa global de deambulação na alta foi de 85,8%, com mediana de IMS igual a 10. Observou-se correlação negativa fraca, porém estatisticamente significativa, entre o tempo para o primeiro ortostatismo e o IMS na alta (ρ = -0,221; p < 0,001), indicando que maiores atrasos na realização do ortostatismo estiveram associados a piores níveis de mobilidade funcional. A associação foi observada em todos os setores analisados, com maior magnitude nas UTIs de perfil clínico-respiratório. Conclusão: O atraso na realização do primeiro ortostatismo esteve associado a pior capacidade funcional de deambulação na alta da UTI. Os resultados reforçam a importância da mobilização precoce como estratégia de recuperação funcional em pacientes críticos e sugerem que o ortostatismo precoce pode atuar como marcador prognóstico de funcionalidade. Estudos prospectivos são necessários para confirmar essa associação e investigar possíveis relações causais. Palavras-chave: Unidade de Terapia Intensiva; Cuidados Críticos; Deambulação; Reabilitação; Fisioterapia; Estado Funcional.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectUnidade de Terapia Intensivapt_BR
dc.subjectCuidados críticospt_BR
dc.subjectDeambulaçãopt_BR
dc.subjectReabilitaçãopt_BR
dc.subjectFisioterapiapt_BR
dc.subjectEstado funcionalpt_BR
dc.titleRelação do tempo do primeiro ortostatismo com a capacidade funcional na alta de pacientes críticos nas unidades de terapia intensiva de um hospital escola do Recifept_BR
dc.typeOtherpt_BR
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