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dc.contributor.authorSILVA, Pedro Sobral Barbosa da-
dc.contributor.authorVILAR, Victor de Azevedo-
dc.contributor.authorGALVÃO, Leonardo Vieira-
dc.contributor.authorSOUZA, Ariani Impieri-
dc.contributor.authorGUERRA, Glaucia Lins-
dc.date.accessioned2026-10-30T17:56:19Z-
dc.date.available2026-10-30T17:56:19Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.urihttp://tcc.fps.edu.br/handle/fpsrepo/2258-
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Medicina da Faculdade Pernambucana de Saúde.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO INTRODUÇÃO: a saúde menstrual é reconhecida como parte essencial da dignidade, bem-estar e saúde reprodutiva de mulheres e adolescentes, envolvendo não apenas o uso de materiais adequados, mas também acesso a água, saneamento e informação de qualidade Essa lacuna de conhecimento reforça desigualdades de gênero e evidencia a necessidade de pesquisas sobre situação das mulheres e programas de educação menstrual que promovam conhecimento acessível, seguro e livre de estigmas. OBJETIVO: Identificar o nível de conhecimento sobre pobreza menstrual e acesso a higiene corporal em mulheres jovens atendidas no ambulatório de ginecologia do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP) em Recife, PE. MÉTODO: foi realizado um estudo observacional, transversal do tipo survey. As entrevistas foram realizadas nas dependências do ambulatório entre maio e julho de 2026. A amostra foi composta por 55 mulheres de 18 a 25 anos com ciclos menstruais. Foram coletados dados sociodemográficos, local de moradia e saneamento básico, hábitos de vida, história reprodutiva e conhecimento sobre ciclo menstrual e cuidados com a saúde durante a menstruação. Os dados foram organizados em planilhas de Excel e analisados no programa estatístico Stata. A análise estatística foi feita inicialmente por tabulação das frequências absolutas e relativas das variáveis. As variáveis numéricas foram analisadas por medidas de tendência central e de dispersão. Este projeto está em conformidade com a Resolução nº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde e foi aprovado pelo CEP IMIP. RESULTADOS: Participaram 55 mulheres, com idade entre 18 e 25 anos. Observou-se conhecimento limitado sobre pobreza menstrual, apesar de 61,8% relatarem conhecer o Programa Dignidade Menstrual ou outras políticas relacionadas. Apenas 16,4% afirmaram compreender o conceito de pobreza menstrual, evidenciando uma importante lacuna de conhecimento sobre o tema. Dentre as dificuldades relatadas pelas entrevistadas relacionados ao período menstrual destacou-se a falta de banheiros públicos, demonstrando que pobreza menstrual envolve não apenas o acesso a produtos, mas também infraestrutura, informação e dignidade. CONCLUSÃO: Os resultados evidenciam que, embora haja conhecimento sobre políticas de saúde menstrual, a compreensão sobre pobreza menstrual permanece limitada. Esse cenário reforça a necessidade de ampliar ações educativas e políticas públicas que promovam informação, acesso a recursos e maior equidade na saúde menstrual. Palavras chave: Ciclo menstrual; Saneamento básico; Higiene pessoalpt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectCiclo menstrualpt_BR
dc.subjectSaneamento básicopt_BR
dc.subjectHigiene pessoalpt_BR
dc.titlePobreza menstrual entre mulheres jovens atendidas no ambulatório do IMIP: um estudo exploratóriopt_BR
dc.title.alternativeMenstrual poverty among young women attending an outpatient clinic of a teaching hospital: an exploratory study.pt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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