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dc.contributor.authorDUARTE, Marianne Fernanda de Melo-
dc.contributor.authorALBUQUERQUE, Luciana Maria Marques de-
dc.contributor.authorFRANÇA, Thaysa Amaral-
dc.date.accessioned2019-05-24T13:06:07Z-
dc.date.available2019-05-24T13:06:07Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.urihttp://tcc.fps.local:80/handle/fpsrepo/312-
dc.descriptionLígia Patrícia de Carvalho Batista Éboli - Orientadora - Mestre em Ciência. Médica Gastroenterologista e Hepatologista Pediatra do IMIP. Tutora do curso de Medicina da Faculdade Pernambucana de Saúde – FPS.pt_BR
dc.description.abstractIntroduction: In the immature liver of the newborn (RN) neonatal cholestasis can occurs in association with one or several risk factors, with no underlying pathology. This condition is called transient multifactorial neonatal cholestasis. Prematurity, intrauterine growth restriction or situations that lead to increased oxidative stress (ischemia, hemodynamic compromise, infections, surgical interventions, food pause, parenteral nutrition and drugs) are related to its genesis. Objective: to evaluate the evolution of neonatal cholestasis in the multifactorial period, as well as to verify the mean changes in liver enzymes, aspartate aminotransferase (AST), alanine aminotransferase (ALT), and canalicular, gammaglutamyltransferase (GGT) and direct bilirubin (BD), comparing the duration of cholestasis of patients who used ursodeoxycholic acid with the time of evolution of those who did not, in order to better characterize this clinical condition and to draw the attention of the health professional about its transient nature, thus avoiding the request for more specific, expensive and, in this case, unnecessary exams. Methods: A cross-sectional study with 32 patients from zero to 90 days who presented with neonatal cholestasis multifactorial, accompanied in the ambulatory of pediatric hepatology of IMIP, from August 2016 to August 2017. Data were collected through medical records. The analysis of the data was performed using software "R" v.3.3.1. Results: The majority of the patients were male (59.38%). The mean age of onset of cholestasis was 35.5 days, and the mean age of onset was 171 days. The mean duration of cholestasis was 135.8 days. The mean BD value of the onset and end of cholestasis was 6.05 and 0.29 mg / dL, respectively. In relation to liver and canalicular enzymes, the mean values of AST, ALT and GGT at baseline were 194.7, 123.8 and 387.9 U / L, and the mean values of 69.1, 56.0 and 121.6U / L, respectively. Only 11 patients used ursodeoxycholic acid (UDCA). The mean duration of cholestasis in this group was 114.1 days. Those who did not use the UDCA, 21 patients, presented cholestatic jaundice for a mean time of 147.1 days. Conclusion: In view of the results obtained with the retrospective analysis of patients with a diagnosis of multifactorial cholestasis, the transient and benign nature of this clinical condition is noted, with a mean duration of cholestasis around 136 days of life and an important decrease in liver enzyme levels after resolution of the frame.pt_BR
dc.description.sponsorshipIntrodução: No fígado imaturo do recém-nascido (RN) a colestase neonatal pode ocorrer em associação a um ou vários fatores de risco, sem patologia subjacente. Esta condição denomina-se colestase neonatal multifatorial transitória. Prematuridade, restrição de crescimento intra-uterino ou situações que levam a maior estresse oxidativo (isquemia, comprometimento hemodinâmico, infecções, intervenções cirúrgicas, pausa alimentar, alimentação parenteral e fármacos) estão relacionadas com sua gênese. Objetivo: avaliar a evolução da colestase neonatal multifatorial quanto a sua duração, assim como verificar as alterações médias das enzimas hepáticas, aspartato aminotransferase (AST), alanina aminotransferase (ALT), e canaliculares, gamaglutamiltransferase (GGT), e da bilirrubina direta (BD), comparando ainda a duração da colestase nos pacientes que fizeram uso do ácido ursodesoxicólico (UDCA) com o tempo de evolução dos que não o fizeram, no intuito de caracterizar melhor essa condição clínica e de chamar a atenção do profissional de saúde sobre sua natureza transitória, evitando dessa maneira a solicitação de exames mais específicos, onerosos e neste caso, desnecessários. Método: estudo transversal, com 32 pacientes de zero a 90 dias que apresentavam colestase neonatal multifatorial, acompanhados no ambulatório de hepatologia pediátrica do IMIP, no período de agosto de 2016 a agosto de 2017. Os dados foram coletados através de consulta ao prontuário. A análise dos dados foi realizada por meio do software “R” v.3.3.1. Resultados: a maioria dos pacientes era do sexo masculino (59,38%). A idade média de início da colestase foi de 35.5 dias, e a de término de 171.3 dias. A média de duração da colestase foi de 135.8 dias. O valor médio da BD do início e término da colestase foi de 6.05 e 0.29 mg/dL, respectivamente. Com relação às enzimas hepáticas e canaliculares, as médias dos valores de AST, ALT e GGT do início foram 194.7; 123.8 e 387.9 U/L, e de término 69.1; 56 e 121.6 U/L, respectivamente. Apenas 11 pacientes fizeram uso do UDCA. O tempo médio de duração da colestase neste grupo foi de 114.1 dias. Aqueles que não usaram o UDCA, 21 pacientes, apresentaram icterícia colestática por um tempo médio de 147.1 dias. Conclusão: Diante dos resultados obtidos com a análise retrospectiva dos pacientes com diagnóstico de colestase multifatorial, chama a atenção a natureza transitória e benigna desta condição clínica, com duração média da colestase em torno de 136 dias de vida e declínio importante dos níveis das enzimas hepáticas e canaliculares após resolução do quadro.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectColestasept_BR
dc.subjectIcterícia Neonatalpt_BR
dc.subjectRecém-Nascidopt_BR
dc.titleEvolução laboratorial da colestase multifatorial em pacientes acompanhados no ambulatório de hepatologia pediátrica do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira – IMIPpt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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