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dc.contributor.authorFERREIRA, Carolina Cavalcanti Gonçalves-
dc.contributor.authorAMORIM, Anderson Felipe Cavalcanti-
dc.contributor.authorPETER, João Vitor Sóstenes-
dc.date.accessioned2019-11-26T12:27:23Z-
dc.date.available2019-11-26T12:27:23Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.urihttp://tcc.fps.local:80/handle/fpsrepo/483-
dc.descriptionArtigo resultante do Programa de Iniciação Científica da Faculdade Pernambucana de Saúde. Orientadora: Ms. Suélem Barros de Lorena Co-orientador: Dr. Edvaldo da Silva Souzapt_BR
dc.description.abstractIntrodução: Novo tipo de relação entre médicos e pacientes vem surgindo após a expansão e abrangência das redes sociais. Assim, torna-se necessário rever a formação de estudantes de medicina e avaliar os benefícios e riscos da utilização dessas redes, no intuito de preservar a confiança e cumplicidade na relação médico-paciente. Objetivos: Conhecer o comportamento on-line de estudantes de medicina, bem como suas opiniões quanto às redes sociais, além de estabelecer relação desses aspectos com a formação acadêmica em ética e profissionalismo. Materiais e Métodos: Estudo de corte transversal realizado em três escolas médicas diferentes em Recife-Pernambuco (Universidade Federal de Pernambuco, Universidade de Pernambuco e Faculdade Pernambucana de Saúde). O estudo foi realizado no período de agosto de 2015 até julho de 2016. Um questionário autoaplicável elaborado pelos pesquisadores foi respondido por 260 estudantes de medicina dos dois últimos anos do curso (internato). Logo após, os planos de ensino de cada instituição foram analisados. O projeto foi submetido à apreciação ética com aprovação sob número de CAAE: 47916515.0.0000.5569. Resultados: Dentre os estudantes 41,5%(108) afirmaram ter postado fotos/vídeos portando bebidas alcoólicas ou cigarro e 32,3%(84) postaram fotos ou vídeos com pacientes em rede social. Houve diferença estatisticamente significativa (p<0,001) entre as instituições quanto à postagem de fotos com pacientes, de forma que na instituição 3, onde maior quantidade de estudantes relatou abordagem de questões sobre profissionalismo on-line na formação acadêmica (26,2%/22), ocorreu menor percentual de postagem (14,3%/12). Dentre os pesquisados, 79%(205) concordaram que certos conteúdos do perfil pessoal do Facebook do médico podem difamar a reputação do mesmo. Em relação à abordagem de questões sobre profissionalismo no âmbito on-line na educação médica, 80,8% disseram que não tiveram essa abordagem. Na análise dos planos de ensino, apenas a instituição 3 apresentou um eixo curricular de desenvolvimento profissional e abordagem teórica sobre conceitos de ética durante o internato. Conclusão Percentual significativo de estudantes pesquisados tem comportamentos contrários ao preconizado pelo Código de Ética Médica, resoluções do Conselho Federal de Medicina e Guidelines estrangeiros. Existe relação entre educação médica em profissionalismo e ética e as ações de estudantes de medicina na rede social. Além disso, observa-se escassez da abordagem de profissionalismo no âmbito on-line nas escolas médicas pesquisadas.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectÉtica médicapt_BR
dc.subjectProfissionalismopt_BR
dc.subjectRede socialpt_BR
dc.subjectEducação médicapt_BR
dc.titleÉtica e profissionalismo nas redes sociais: relações entre comportamentos on-line de estudantes de medicina e a educação médicapt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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