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Título: Estado nutricional de pacientes portadores de doença renal crônica no pós-transplante renal
Autor(es): LEAL, Gabriela Cavalcanti Ramos
RODRIGUES, Giovanna de Sousa
Palavras-chave: Transplante de rim
Insuficiência renal crônica
Estado nutricional
Avaliação nutricional
Data do documento: 2019
Resumo: Introdução: O transplante renal tem sido a melhor terapia substitutiva para os portadores de insuficiência renal crônica em fase terminal. Entretanto, o uso crônico e contínuo dos medicamentos imunossupressores no período pós-cirúrgico acarreta implicações sistêmicas e no estado nutricional capazes de afetar a qualidade de vida do paciente e sobrevida do enxerto. A avaliação e o acompanhamento do estado nutricional são fundamentais para minimizar tais complicações. O presente estudo tem como objetivo avaliar o estado nutricional de pacientes portadores de doença renal crônica no período pós transplante tardio de um hospital de Recife. Método: Foi realizado estudo observacional longitudinal, no período de maio a outubro de 2019, com pacientes com idade acima dos 18 anos submetidos ao transplante renal. O mesmo teve aprovação do comitê de ética, com número de CAAE 05223918.3.0000.5201. Foram coletadas características sociodemográficas, clínicas e antropométricas (peso, altura, dobra cutânea tricipital, índice de massa corporal, circunferência do braço, circunferência muscular do braço, área muscular do braço e circunferência da cintura) através de um questionário previamente formulado. Resultados: A amostra foi composta por 29 pacientes, com maior prevalência de adultos (72,4%) do sexo masculino (55,2%). A média de idade foi de 47,4 ± 12,51 anos e 58,6% completaram o ensino médio. No período após o transplante renal, o percentual de eutrofia através do índice de massa corporal reduziu 6,9%, enquanto os de sobrepeso e obesidade aumentaram (10,4% e 10,4%, respectivamente), em relação ao período pré-transplante. Com relação a composição corporal, de acordo com a dobra cutânea tricipital e a área muscular do braço houve predominância de desnutrição (65,5% e 62,1%, respectivamente), apesar dos dados de circunferência do braço e circunferência muscular do braço apresentarem maior número de eutrofia (48,3% e 41,4%, respectivamente). Conclusões: No presente estudo foi encontrado um ganho de peso nos pacientes em período pós-transplante, que pode ser justificada pelo aumento da sensação de bem-estar e diminuição das restrições alimentares junto ao uso crônico dos imunossupressores. Porém, perante a diferença entre os dados antropométricos, enfatiza-se a importância de mais estudos de caráter longitudinal para obter resultados mais expressivos sobre a evolução do estado nutricional dos pacientes após o transplante renal.
Descrição: Orientadora: Esp. Halanna Celina Magalhães Melo Co-orientadora: Msc. Marília Tokiko Oliveira Tomiya
URI: http://tcc.fps.local:80/handle/fpsrepo/677
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