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dc.contributor.authorCOSTA, Maria Eduarda Rodrigues-
dc.contributor.authorSANTOS, Maria Eduarda Barbosa Abrantes-
dc.contributor.authorGUEDES, Vitor Felipe Costa-
dc.contributor.authorDUBOURCQ, Beatriz Cavalcanti-
dc.contributor.authorLIMA, Eduardo Jorge da Fonseca-
dc.date.accessioned2020-12-21T13:03:40Z-
dc.date.available2020-12-21T13:03:40Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.urihttp://tcc.fps.edu.br:80/jspui/handle/fpsrepo/929-
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso apresentado como requisito para o curso de Medicina da Faculdade Pernambucana de Saúde.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO Objetivos: Analisar a ocorrência de eventos adversos vacinais em crianças prematuras e a termo referentes às vacinas utilizadas no primeiro ano de vida, sendo BCG, Pentavalente, Pneumocócica 10V (VPC10), Rotavírus e Meningocócica C. Métodos: Estudo do tipo corte transversal, com dois grupos comparativos, realizado no setor de vacinação do IMIP, no período de dezembro de 2019 a março de 2020. Foram avaliadas as variáveis sociodemográficas e clínicas referentes aos eventos adversos das vacinas. Para análise estatística foram utilizados o teste do qui-quadrado e o teste exato de Fisher, considerando o valor de p<0,05. Resultados: Foram incluídos 148 lactentes, sendo 74 prematuros e 74 a termo. A maioria da ocorrência dos eventos adversos foram leves e semelhantes nos dois grupos avaliados. Entretanto, observamos que a vacina Pentavalente foi mais reatogênica nos prematuros, grupo no qual a presença de febre maior que 38ºC e o choro contínuo ou persistente por mais de três horas foi mais frequente, com p<0,05. Além disso, febre e irritabilidade pós aplicação da vacina VPC10 também foi mais comum nos prematuros (p<0,05). Em relação à vacina rotavírus, a prevalência de diarreia sem sangue ocorreu em 23% dos prematuros, e em apenas 9,5% dos termos (p<0,05). Conclusão: Observou-se prevalência semelhante na maioria dos eventos adversos independente da idade gestacional ao nascimento, embora algumas vacinas tenham sido mais reatogênicas nos prematuros. No entanto, os eventos manifestados foram leves e autolimitados. Isso corrobora com a recomendação do PNI de indicação regular do esquema vacinal nos prematuros com algumas recomendações especificas. Palavras chaves: vacinação; recém-nascido prematuro; evento adversopt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectVacinaçãopt_BR
dc.subjectRecém-nascido prematuropt_BR
dc.subjectEvento adversopt_BR
dc.titleOs prematuros apresentam mais eventos adversos vacinais do que as crianças a termo? Um estudo transversalpt_BR
dc.title.alternativeDo premature infants have more vaccine adverse events than term infants? A cross-sectional studypt_BR
dc.typeArticlept_BR
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